Caso clínico: Emergência identificada via celular
- Fundo de Olho Empresa
- 21 de mar.
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Um paciente de 52 anos deu entrada no pronto atendimento com queixa de cefaleia intensa e visão turva há dois dias. Sem histórico oftalmológico relevante, o quadro inicialmente parecia inespecífico.
Durante a avaliação, foi realizada uma fundoscopia utilizando um adaptador acoplado ao smartphone. Em poucos segundos, foi possível visualizar edema de papila bilateral, com bordas pouco definidas e congestão vascular.
Diante desse achado, a equipe rapidamente levantou a suspeita de hipertensão intracraniana. O paciente foi encaminhado imediatamente para exame de imagem, que confirmou a presença de uma lesão expansiva intracraniana.
O ponto-chave desse caso foi a rapidez no diagnóstico. Sem a fundoscopia realizada no local, o paciente poderia ter sido tratado apenas como cefaleia comum, atrasando uma intervenção essencial.
Esse tipo de situação evidencia o impacto da tecnologia na prática clínica. A possibilidade de documentar e compartilhar imagens em tempo real também facilita a discussão com outros profissionais.
Hoje, a fundoscopia com celular não é apenas uma alternativa, mas uma ferramenta estratégica em ambientes de urgência e emergência.



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